30 de out. de 2011

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. de repente estava perdido.
então, pareceu urgente achar o caminho para mim.
andei, andei. andei e vi.
vi que aquilo que era eu não era.
sofri,
lutei,
entristeci-me
com aquele eu que não me era de verdade.
observar-me essencialmente fez-me ver de outra forma
a mim e ao outro.

então veio (-me) a possibilidade do novo.
a realidade do novo.
o novo que sempre esteve lá!
mas que é recente.
pensar em mim é pensar no novo,
é querer cada vez mais ter-me a mim,
enquanto eu mesmo,
percebendo-me de mentira,
para poder, em compreendendo-me,
fazer parte do outro... do novo.


Um comentário:

Anônimo disse...

É lindo essa percepção do Ego-O falso centro! Ter consciência que nosso ego não é nosso eu verdadeiro é libertador!